quarta-feira, 9 de novembro de 2016

VENDAS DO CRUZE SPORT6 COMEÇAM EM DEZEMBRO A PARTIR DE R$ 89.990

Chevrolet Cruze Sport6
Hatch médio tem teto solar na versão LTZ, mas ficará um pouco mais caro que o sedã

Apesar da carroceria ser 21 cm menor que o irmão de três volumes, o Chevrolet Cruze Sport6 (também conhecido como Cruze Hatch) custará o mesmo que o sedã. Mas esta máxima vale apenas para a versão LT, que parte dos R$ 89.990: as versões LTZ do hatch são mais caras que as equivalentes do sedã.

Enquanto o Cruze Sedan LTZ custa R$ 99.890, hatch nesta mesma configuração custa R$ 101.190, uma diferença de R$ 1.300 que é justificada pelo teto solar de série. A versão LTZ 2 (com pacote adicional de equipamentos) do hatch custa R$ 110.190, enquanto o sedã sai por R$ 109.790.

Nesta nova geração o Cruze hatch faz jus ao sobrenome "Sport6" por não ser mero Cruze com traseira mais curta e lanternas exclusivas. A dianteira tem personalidade própria, com o mesmo para-choque da versão RS vendida nos Estados Unidos, com luzes de neblina retangulares envolvidos por detalhes cromados. Os faróis também são próprios, com máscara negra.

Chevrolet Cruze Sport6

Mecanicamente, porém, o Cruze hatch é igual ao sedã - e isso é bom. Ele usa o mesmo 1.4 turbo de 153 cv e 24,5 mkgf abastecido com etanol, sempre com transmissão automática de seis marchas com opção de trocas sequenciais. Já o ajuste de suspensão e dirigibilidade são um pouco mais esportivos que o do três volumes.

Com valores entre R$ 89.990 e R$ 110.190, o Cruze irá concorrer com uma ampla gama de versões do VW Golf e Ford Focus, principalmente nas configurações equipadas com o motor 1.4 TSI (no caso do VW) e 2.0 (no caso do Ford). 

O Focus SE Plus 2.0 AT custa R$ 94.440, enquanto a top de linha Titanium Plus 2.0 AT sai por R$ 109.400 (há também a SE Plus 1.6 MT, menos potente, por R$ 85.400 e a Titanum 2.0 AT por R$ 103.400). 

Já o Golf com motor 1.4 TSI (configuração mecânica mais próxima do 1.4 Turbo da GM) começa em altos R$ 100.346 com câmbio manual, e chega a R$ 105.870 com câmbio automático, sempre na versão Highline. Abaixo dele, há as versões Comfortline com motor 1.6 MSI (a partir de R$ 73.130) e 1.0 TSI (a partir de R$ 74.990).  

A Chevrolet inicia a pré-venda do novo Cruze Sport6 agora, mas as primeiras entregas acontecerão apenas em dezembro. 

As impressões ao dirigir do modelo, você enconta aqui.

Fonte: QUATRORODAS

terça-feira, 8 de novembro de 2016

CORREIO TÉCNICO - QUAL A DIFERENÇA ENTRE O ALINHAMENTO COMUM E O 3D?

Alinhamento 3D
No sistema 3D, refletores instalados nas rodas indicam a correção que deve ser feita

Com o uso de computadores, processo 3D é mais prático e preciso

Qual a diferença entre o alinhamento comum e o 3D? - Arthur Mascarenhas Meque, São Bernardo do Campo (SP).

Existem três tipos de alinhamento: o manual (ou óptico), o eletrônico computadorizado (ou a laser) e o 3D.

O manual é o mais antiquado, feito por canhões de luz que são presos às roda. Eles projetam um feixe luminoso num painel à frente do veículo, mostrando o quanto as rodas estão desalinhadas. No segundo processo, os canhões de luz são trocados por projetores a laser, dando mais rapidez e precisão ao serviço.

O sistema 3D é bem diferente: um sensor lê a posição de um refletor instalado em cada roda e mostra na tela do computador o desenho tridimensional de partes do veículo e a variação das medidas em relação ao padrão de fábrica.

Alinhamento 3D
Dados são comparados ao padrão de fábrica e exibidos numa tela

Essa tecnologia aumenta a precisão e ainda reduz o risco de perda de calibração dos equipamentos, já que os sensores estão fixos e os refletores nas rodas não precisam calibração. O técnico só precisa comparar o resultado obtido pelo programa, que traz instalado as medidas de vários modelos de carro e ainda mostra a correção a ser feita.

Fonte: QUATRORODAS

BMW SÉRIE 1 SEDAN PODERÁ SER FEITO NO BRASIL

BMW Série 1 Sedan
Projeto foi desenvolvido em parceria com a chinesa Brilliance 

Apresentado como modelo exclusivo para o mercado chinês, o compacto Série 1 Sedan poderá ser produzido em Araquari (SC)

A BMW estuda a possibilidade de fabricar o sedã da Série 1 no Brasil. Quando apresentou esse modelo, em julho de 2016, a empresa declarou que ele seria exclusivo do mercado chinês. Mas, já naquela ocasião, a notícia foi recebida pela imprensa internacional como um posicionamento provisório, uma vez que as marcas rivais já possuem opções no mesmo segmento, em outros países.

A Mercedes-Benz tem o CLA, e a Audi, o A3. A favor da produção do Série1 no Brasil, existe o fato de que ele entraria em uma faixa de preço disputada pelas marcas generalistas com versões topo de linha – como a Honda com Civic 1.5 Touring – e também pelas grifes de prestígio – como a Audi, com o A3 produzido na fábrica da Volkswagen em São José dos Pinhais (PR).

O Série 1 Sedan foi desenvolvido na China pela BBA, empresa que resultou da parceria da BMW com a marca local Brilliance Auto. Ele usa a plataforma mundial UKL, para modelos compactos da BMW (a mesma do Série 1 hatch e do X-1 produzidos no Brasil), e tem design baseado no protótipo Concept Compact Sedan, apresentado no Salão de Guangzhou, em 2015.

BMW Série 1 Sedan
Conceito serviu de inspiração para o modelo definitivo

O porte é o de um A3 Sedan, e suas linhas são perfeitamente identificadas com os outros sedãs BMW. Visto de lado, ele parece um mini Série 3. Mas a dianteira tem um estilo característico, com aspecto esportivo, notadamente na parte inferior do para-choque. A tradicional grade dupla deve ter aletas ativas, que se abrem ou fecham de acordo com a velocidade do veículo.

Por dentro, ele fica muito próximo ao Série 1 hatch, com o qual compartilha a maioria dos componentes – tomadas de ar, mostradores, volante e central multimídia.

No que diz respeito à motorização, o Série 1 Sedan conta com as mesmas configurações do irmão, que no Brasil é vendido nas versões de quatro cilindros (2.0 de 184 cv ou 218 cv) e de seis cilindros (3.0 de 326 cv), com câmbio Steptronic de oito marchas.

Tomando o rival A3 como referência, o Série 1 Sedan teria preços entre cerca de R$ 100.000 e R$ 150.000.

Fonte: QUATRORODAS

CHEVROLET MOSTRA NOVOS TRACKER E CRUZE HATCH

Chevrolet Tracker
SUV compacto começa a ser vendido no fim de novembro; versão hatch do Cruze chega em 2017

As novas gerações de Cruze Sport6 e Tracker são as principais atrações da Chevrolet no Salão do Automóvel, que acaba de realizar sua coletiva de imprensa no evento. E antes que você pergunte: não, os preços ainda não foram divulgados.

Baseado no novo Cruze sedã, o Cruze Sport6 investe na esportividade. Com carroceria 21 cm menor que o irmão de três volumes, arrematada por uma traseira hatchback com spoiler incorporado e lanternas exclusivas. Seu design também tem diferenciais na dianteira, com para-choques inspirados na versão americana RS.

Por dentro, o Cruze Sport6 manteve as dimensões do sedã, resultando em bom espaço para as pernas no banco de trás. Nas especificações divulgadas nos EUA, o porta-malas aumentou em relação ao sedã, passando de 440 para 524 litros - o porta-malas do hatch tem altura maior até o vidro, e não é obstruído pelo mecanismo de abertura da tampa.

Mecanicamente, seu principal atrativo é o motor 1.4 turbo de 153 cv e 24,5 mkgf abastecido com etanol, combinado a uma transmissão automática de seis marchas com opção de trocas sequenciais. Em nossas primeiras Impressões ao Dirigir com o Cruze Sport6, publicadas na QUATRO RODAS de novembro, constatamos que o ajuste de suspensão é um pouco mais firme e esportivo que o do sedã.

Assim como o modelo três-volumes, o hatch será vendido no Brasil em duas versões de acabamento (LT e LTZ), com vendas a partir de 2017.


A nova geração do Tracker também faz sua estreia nacional na feira. A dianteira segue a nova identidade da Chevrolet, com uma grade mais fina acompanhada por uma grande abertura no para-choques. Já a traseira não traz grandes novidades, resumindo-se às lanternas redesenhadas.

Chevrolet Tracker

Debaixo do capô, porém, tudo muda. O SUV agora traz o eficiente motor 1.4 turbo do Cruze (provavelmente com a mesma calibração, 153 cv e 24,5 mkgf  com etanol) com câmbio automático de seis marchas no lugar do antigo 1.8.

O interior foi redesenhado em sintonia com o exibido pelo Cruze. Sai de cena o painel compartilhado com o Sonic e entra um de visual mais convencional, com conta-giros e velocímetro analógico e a tela do computador de bordo do lado direito. Assim como a maioria dos novos modelos da marca, o utilitário esportivo oferece o OnStar, serviço de rastreamento e concièrge desenvolvido pela Chevrolet.

Chevrolet Tracker

O carro chega às lojas no fim de novembro em duas versões de acabamento: LT e LTZ. Dependendo da configuração, o Tracker pode vir com alerta de ponto cego, câmera de ré com alerta de movimentação traseira, direção com assistência elétrica e ajustes de altura e profundidade e acionamento da ignição por botão no painel.

Fonte: QUATRORODAS

RENEGADE GANHA NOVA VERSÃO LIMITED E ATUALIZAÇÃO NO MOTOR 1.8 FLEX

Jeep Renegade Limited 2
Versão Limited é a mais cara entre as flex: R$ 97.990

SUV ganhou mais potência e torque após sofrer alterações

A Jeep apresentou a linha 2017 do Renegade com importantes novidades. O SUV ganhou uma inédita versão Limited e atualizações no motor 1.8 e.torQ.

Entre as alterações, o propulsor agora traz coletor de admissão variável, partida a frio sem tanquinho, bomba de combustível e alternador inteligentes e óleo de baixo atrito para motor e transmissão. Segundo a marca, o ganho de potência foi de 5%, passando de 132 cv para 139 cv se abastecido com etanol. O torque máximo subiu de 19,1 para 19,3 kgfm a 3.750 rpm. Dados de desempenho e consumo ainda não foram divulgados.

Jeep Renegade Limited 1

Motor ganhou 5% de potência, passando para 139 cv com etanol 

A versão Limited é a nova configuração topo-de-linha do modelo na motorização flex - antes, foi oferecida apenas como série limitada.

Identificado pela grade frontal pintada de prata e pelo teto tingido de preto, o Renegade Limited tem bancos de couro, destravamento das portas sem chave, tela de TFT de 7 polegadas no quadro de instrumentos, faróis de xenônio, sensores de faróis e de chuva,  rebatimento elétrico dos retrovisores e espelho retrovisor interno eletrocrômico.


As outras versões também ficaram mais recheadas, com destaque para a Trailhawk, que agora sai de fábrica com 5 airbags e faróis de xenônio.

Veja abaixo a tabela de preços da linha 2017 do Renegade:

1.8 Flex MT5: R$ 72.990
Sport 1.8 Flex MT5: R$ 79.490
Sport 1.8 Flex AT6: R$ 85.990
Longitude 1.8 Flex AT6: R$ 90.990
Longitude (teto*) 1.8 Flex AT6: R$ 97.790
Limited 1.8 Flex AT6: R$ 97.990
Limited (teto*) 1.8 Flex AT6: R$ 104.790
Sport 2.0 Diesel AT9 4x4: R$ 115.990
Longitude 2.0 Diesel AT9 4x4: R$ 123.490

Trailhawk 2.0 Diesel AT9 4x4: R$ 136.990

Fonte: QUATRORODAS

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

MERCADO: TORO PASSA STRADA E CIVIC FICA NA FRENTE DO CRUZE

Mercado - outubro de 2016
MERCADO: TORO PASSA STRADA E CIVIC FICA NA FRENTE DO CRUZE

O mercado automotivo brasileiro vive, talvez, o momento mais confuso de sua história. Apesar dos números pessimistas, a troca de cadeiras entre os modelos tem ficado cada vez mais constante. Em relação a setembro, os emplacamentos de outubro caíram 0,06% — queda ainda maior em relação ao mesmo mês de 2015, 16,4%. No entanto, modelos como Chevrolet Onix e Fiat Toro assistem seus números crescerem inversamente aos do mercado.

Com 1.495 unidades a mais que em setembro, o Onix emplacou 14.087 em outubro e se manteve como o único carro a acumular mais de 100 mil exemplares durante o ano — até agora, foram 119.244 entre janeiro e outubro. Em segundo lugar, o HB20 também vendeu mais e chegou aos 11.350 exemplares. O Ford Ka manteve sua média mensal e ficou com 6.193.

Entre os compactos, a grande surpresa é o Fiat Mobi. Lançado em abril, o hatch foi conquistando seu espaço e se estabeleceu entre os 15 mais vendidos do país, repetindo o 12º lugar de setembro e emplacando 3.372 unidades.

Enquanto isso, ainda sofrendo os efeitos da paralisação da produção da Volks no Brasil, o Up! ficou em 16º (com 2.736) e é o VW mais vendido do mês. O Gol, antigo líder, por pouco não ficou em 30º colocado com 1.861 unidades — número negativamente impressionante se comparado com os 14.087 emplacamentos do Onix, atual líder.

Quem também comemora são modelos mais caros, como Corolla, Renegade e Toro. O Toyota emplacou 5.119 unidades e ficou na 6ª colocação, enquanto o Jeep alcançou a 7ª com 4.810.

A nova geração do Civic também surtiu efeito e o modelo conquistou o segundo lugar do segmento, atrás do Corolla e à frente do Cruze, com 2.696 carros emplacados. Por falar no Corolla, ele quase empata com o Prisma no acumulado: 53.755 contra 53.600, respectivamente.

A picape da Fiat, que ocupa o 8º lugar no ranking geral com 4.288 exemplares, passou a irmã menor Strada (com 4.234) e tornou-se o comercial leve (segundo classificação da Fenabrave) mais vendido do país em outubro. No acumulado do ano, contudo, a Strada permanece na liderança com 17.565 carros a mais que a Toro — que, mesmo assim, está à frente de modelos bem mais baratos, como o Up! (31.922).

Já o Kicks perdeu o brilho de setembro, quanto emplacou 2.368 exemplares. Em outubro, foram 1.446, longe dos 2.781 do Ford EcoSport e dos 3.758 do HR-V. Com a queda, o SUV compacto deixou de ser o Nissan mais vendido, cargo que coube ao Versa. Mas vale lembrar: o Kicks ainda é vendido apenas na versão topo de linha.


Fonte: QUATRORODAS

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Fiat lança Toro com motor Tigershark 2.4 de 186 cv por R$ 98.730

Fiat Toro Tigershark 2.4
Motor é exclusivo da versão Freedom
A Fiat apresenta hoje (3) o novo motor Tigershark 2.4 para a picape Toro. Sem turbo ou injeção direta de gasolina, ele chega, quando abastecido com etanol, aos 186 cv e 24,9 kgfm de torque aos 4.000 rpm, com 91% desta força disponível aos 2.000 rpm. Com gasolina, são 174 cv e 23,5 kgfm.
Importado do México, como o 2.0 do Jeep Compass, ele chega ligado apenas ao câmbio automático de nove velocidades e tração dianteira. A relação de marchas foi feita para as seis primeiras serem de desempenho, com velocidade máxima de 200 km/h na sexta, e as demais para privilegiar o consumo. Segundo a Fiat, a aceleração de 0 a 100 km/h é feita em 9,9 segundos. Segundo o Inmetro, a Toro 2.4 registra consumo, com etanol, de 5,9 km/l na cidade e 7,4 km/l na estrada. Com gasolina, os números são 8,6 e 10,8 km/l, respectivamente. Isso dá ao modelo nota A em sua categoria e C no geral.
Fiat Toro Tigershark 2.4
Exclusivo da versão Freedom, o novo motor traz ainda outras inovações para a categoria, como o sistema start-stop, alternador pilotado, que aproveita as desacelerações para carregar a bateria, e botão Sport no painel, que muda as respostas de motor e câmbio para melhor aceleração e desempenho. Entre os itens de série, as borboletas para as trocas de marcha no volante. O sistema de partida a frio aposenta o tanque auxiliar e adota o aquecimento de combustível na flauta.
Fiat Toro Tigershark 2.4
A Fiat Toro Freedom 2.4 Flex AT9 chega por R$ 98.730, mesmo preço da configuração 2.0 turbodiesel com câmbio manual de seis marchas. A expectativa é que o novo motor responda a 20% do mix da picape, tirando espaço dos 70% do 1.8, que deve cair para 50%, enquanto a turbodiesel mantém seus 30%.
Fonte: CarPlace

terça-feira, 1 de novembro de 2016

Volvo inicia vendas para pessoas com deficiência com isenção de impostos

Volvo XC60 D5
Marca é pioneira no Brasil
Em iniciativa pioneira, a Volvo inicia no mercado brasileiro a comercialização de veículos com isenção de impostos para pessoas com deficiência. Conforme explica a marca, a partir deste mês de novembro clientes que se enquadrem nos pré-requisitos da Lei nº 8.989 podem adquirir qualquer modelo do portfólio sem necessidade de pagar IPI e IPVA (neste caso, a depender de cada estado). No caso específico de São Paulo, capital, há também liberação do rodízio municipal.
Volvo XC90
Atualmente, a alíquota do IPI nos carros da marca é de 13% para modelos equipados com motores a gasolina e chega a 25% no caso dos veículos com motores a diesel. Assim como acontece na modalidade de compra convencional, os clientes terão acesso à todas as tecnologias da marca, incluindo o Volvo On Call (sistema que oferece assistência 24h, auxílio de emergência e localização, em caso de roubo ou furto) e City Safety (sistema capaz de controlar o deslocamento do veículo, podendo pará-lo em velocidades até 50 km/h).
Fonte: CarPlace

HYUNDAI CRETA TERÁ MOTORES 1.6 E 2.0 COM DUPLO COMANDO VARIÁVEL NO BRASIL

Hyundai ix25 / Creta
Utilitário esportivo será produzido em Piracicaba (SP) | Crédito: Udit Kulshrestha

SUV compacto será apresentado no Salão do Automóvel de São Paulo

O Creta será oferecido no Brasil nas motorizações 2.0 e 1.6 16V. A informação foi confirmada pela própria Hyundai poucos dias antes da abertura do Salão do Automóvel, evento no qual o SUV compacto será a grande estrela do estande da marca.

O motor de 2-litros com duplo comando variável de válvulas (na admissão e no escape) deve ser o mesmo do Elantra reestilizado, que já está nas concessionárias. Embora a marca não tenha divulgado informações técnicas, a tendência é que o Creta siga as especificações do Elantra: 167 cv e 20,6 mkgf de torque máximo se abastecido com etanol, sempre a 6.200 rpm. Com gasolina, os números caem para 157 cv e 19,2 mkgf.

Hyundai Creta
Versão mais cara terá motor 2.0; a mais acessível virá com o 1.6 | Crédito: Divulgação

As versões mais acessíveis do Creta serão equipadas com um motor 1.6 16V também com duplo comando variável de válvulas na admissão e no escape, diferenciando-se da motorização utilizada na linha HB20, que hoje rende 128/122 cv e 16,5/16 mkgf com variação apenas na admissão. A expectativa é de que o motor do SUV tenha um melhor desempenho, principalmente em baixas rotações.

As transmissões oferecidas serão a automática de seis marchas e a manual, também de seis marchas.

Hyundai Creta
O motor 2.0 deverá ser o mesmo do Elantra, com até 167 cavalos | Crédito: Divulgação

Anteriormente, a HMB já havia afirmado que o Creta será fabricado no país a partir da plataforma do Elantra - na Índia, a base utilizada é a do HB20, com comprimento e entre-eixos maiores.

No Brasil, o novo carro deve concorrer com os SUVs compactos como Honda HR-V, Nissan Kicks e Ford EcoSport, além das versões flex do Jeep Renegade. A fabricação e o início das vendas deverão ocorrer no primeiro semestre de 2017.

Fonte: QUATRORODAS

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Honda revela nova imagem do WR-V


SUV compacto será a estrela da fabricante japonesa no Salão do Automóvel de São Paulo, em novembro

Após a divulgação de um desenho e a confirmação de sua estreia em novembro no Salão do Automóvel de São Paulo, a Honda agora revelou a primeira foto do seu próximo lançamento, o SUV compacto WR-V. Ainda não há informações oficiais, mas sabe-se que ele ficará posicionado abaixo do HR-V como uma opção mais acessível.

Em tamanho, ele deverá ser bem similar ao Fit, chegando para ocupar a vaga deixada pela saída do Fit Twist no catálogo. Apesar da estreia no Salão, é provável que as vendas comecem apenas em 2017. Baseado na plataforma do Fit, o utilitário esportivo compacto também deverá compartilhar com o "irmão" a motorização 1.5 flex de 116 cv (etanol) e os preços.

Fonte: iCarros