segunda-feira, 7 de março de 2016

BMW COMEMORA SEU 100º ANIVERSÁRIO COM CONCEITO AUTÔNOMO

BMW Vision Next 100
BMW Vision Next 100 | Crédito: Divulgação

Protótipo traz visual futurista e coeficiente aerodinâmico de apenas 0,18

Conhecida pelo slogan “Puro Prazer de dirigir” em todo o mundo, a BMW foi fundada há exatos 100 anos, em 7 de março de 1916. Trata-se de umas das marcas que são lembradas por aqueles que colocam a dirigibilidade em primeiro lugar na hora de adquirir um automóvel. O conceito apresentado hoje, porém, quebra um pouco este paradigma.

O chamado Vision Next 100 mostra o que a fabricante pretende seguir em relação à sua identidade visual nas próximas décadas, mas também aposta numa tecnologia que pode soar como heresia para os fãs da marca: a direção autônoma.

BMW Vision Next 100

Futurista como todo conceito que se preze, o protótipo tem 4,90 metros de comprimento e altura de apenas 1,37 m, o que garante o bom coeficiente aerodinâmico de 0.18. O visual traz elementos de sedan e cupê, além de não abandonar a característica grade “duplo rim”, fora a inegável inspiração no esportivo híbrido i8. A carroceria utiliza fibra de carbono e plástico em sua estrutura, além de painéis feitos com resíduos resultantes do processo de produção da fibra de carbono. Ele traz quatro portas com abertura para cima, enquanto as traseiras fazem a mesma operação de forma “suicida”. Na cabine, são usados materiais recicláveis e renováveis como no BMW i3.

BMW Vision Next 100

O Vision Next 100 oferece dois modos de condução. A configuração “Boost” foca no prazer ao dirigir, com a indicação de condução ideal, o ponto de direção e velocidade. Já no modo “Ease”, o conceito tem condução totalmente autônoma e sofre uma transformação ao recolher o volante e aumentar o espaço interno para que os ocupantes relaxem como se estivessem numa sala de estar. O Vision Next 100 faz parte da primeira leva de conceitos que a BMW pretende mostrar para celebrar seu centenário. Depois dele, outras marcas que fazem parte do grupo como Mini, Rolls-Royce e BMW Motorrad terão seus respectivos protótipos revelados.

BMW Vision Next 100

Fonte: QUATRORODAS

FIAT OFERECE PAGAMENTO ANTECIPADO DAS REVISÕES PROGRAMADAS DA TORO

Fiat Toro
No momento da compra o proprietário escolhe quantos serviços quer pagar para garantir o preço fixo

A Fiat lançou uma nova modalidade de revisões pré-pagas para os clientes da picape intermediária Toro. Funciona assim: no momento da compra o proprietário escolhe qual o melhor pacote, baseado no tempo que pretende ficar com o carro, e faz o pagamento antecipado - ou acrescenta o valor ao financiamento.

A prática não é inédita no mercado: a Volkswagen também oferece um serviço parecido na forma de dois pacotes: 24 meses ou 40 mil km e 36 meses ou 60.000 km (a decisão também precisa ser feita no momento da compra), à vista ou com financiamento pelo banco VW. 

O futuro proprietário da Toro também pode adquirir a garantia estendida em mais um ano por R$ 1.263 adicionais ou por mais dois anos por R$ 2.211 (a garantia original é de três anos). A marca não confirma se o novo plano, chamado Revisão Sob Medida, será estendido para toda a linha. São nove opções de pacotes para a versão flex e quatro para a diesel.  

Confira os preços:

PACOTES DE REVISÃO TORO FLEX 1.8

2 revisões: R$ 949
3 revisões: R$ 1.499
4 revisões: R$ 2.219
5 revisões: R$ 2.819
6 revisões: R$ 3.859
7 revisões: R$ 4.409
8 revisões: R$ 5.119
9 revisões: R$ 5.649
10 revisões: R$ 6.269

PACOTES DE REVISÃO TORO DIESEL 2.0

2 revisões: R$ 2.339
3 revisões: R$ 3.849
4 revisões: R$ 5.169
5 revisões: R$ 6.449

Fonte: QUATRORODAS

sábado, 5 de março de 2016

MITSUBISHI L200 E PAJERO TÊM RECALL POR FALHA NO CAPÔ

L200 Triton, picape modelo 2008 da Mitsubishi, durante teste de pneus para andar
Capôs dos modelos fabricados entre 2007 e 2016 podem se abrir involuntariamente com o veículo em movimento

A Mitsubishi anunciou um recall para os modelos da picape L200 Triton (2007 a 2016), o utilitário Pajero Dakar importado (2009 a 2011) e também para o Pajero Dakar e 4x4 nacionais (2010 a 2016). O chamado é por conta de uma falha na trava do capô dos veículos.

Segundo a fabricante, foi constatada uma falha na alça de retenção da trava que, em condições de uso mais severos – como a utilização do veículo em alta velocidade em estradas com piso irregular e por longos períodos - o componente pode se quebrar. Com isso, o problema pode ocasionar a abertura involuntária do capô com o veículo em movimento, levando à possibilidade de acidentes graves, com possíveis danos materiais e físicos aos ocupantes e terceiros.

Os proprietários dos modelos mencionados na campanha devem agendar atendimento em uma concessionária da Mitsubishi, a partir de 14 de março, para a instalação gratuita do suporte da alça de retenção da trava do capô.

Para mais informações, a montadora disponibiliza o telefone 0800 702 0404 (horário comercial) e o site www.mitsubishimotors.com.br. Abaixo, confira a numeração não sequencial de chassis envolvidos:

RECALL - L200 E PAJERO

L200 Triton (2007 a 2016)
finais 700001 a E99999
Pajero Dakar importado (2009 a 2011) 
finais 00101 a 15982




Pajero Dakar 4x4 nacional (2010 a 2016)
finais 00001 a 21525

Fonte: QUATRORODAS

sexta-feira, 4 de março de 2016

HONDA PODE TRAZER PICAPE RIDGELINE PARA O BRASIL

Honda Ridgeline
Com porte igual ao da S10, a Ridgeline tem estrutura monobloco com aços de alta resistência | Crédito: Divulgação

Depois de Renault e da Mercedes, marcas como Honda (no Brasil) e Hyundai e Lexus (no exterior) se preparam para entrar no segmento

A Honda estuda a possibilidade de vender a picape média Ridgeline no Brasil. Segundo uma fonte, o modelo viria para brigar nas faixas mais altas do segmento, onde estão as versões mais caras de Chevrolet S10, Ford Ranger, Toyota Hilux e VW Amarok. A estreia seria em 2018, ano em que as novas Nissan Frontier e Renault Alaskan vêm para se juntar ao grupo.

A Ridgeline foi mostrada em janeiro, durante o Salão de Detroit, na segunda geração. Ela foi desenvolvida sobre a nova plataforma Global Light Truck, que estreou no SUV Pilot, o irmão maior do CR-V, lançado em 2015. Uma das particularidades da Ridgeline, desde a primeira geração, é ter o chassi monobloco, assim como a nova Fiat Toro. Essa Honda, aliás, foi uma das picapes avaliadas pela Fiat como referência no início do desenvolvimento da Toro.

2017_Honda_Ridgeline___018

Na segunda geração, a Ridgeline mudou o design, ficou mais longa (tem 536,2 cm de comprimento, ligeiramente maior que a S10, com 534,7 cm) e ganhou novos recursos, como bancos rebatíveis e um fundo falso na caçamba, que aumentou o espaço para bagagem. A tampa traseira é reversível, podendo ter abertura vertical ou horizontal, recurso que lembra o da Toro, com a diferença de que na Fiat a tampa é bipartida. A Ridgeline conta com motor V6 3.5 e câmbio automático de seis marchas, com transmissão 4x2 ou 4x4. 

2017_Honda_Ridgeline___012

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As picapes são a bola da vez não só no Brasil. Enquanto tradicionais fabricantes tratam de renovar sua oferta, marcas que estão de fora do segmento não veem a hora de entrar. Além das já anunciadas Renault, com a Alaskan, e sua parceira Mercedes, com a GLT, mais duas marcas manifestam interesse nesse mercado: Hyundai e Lexus.

A Hyundai, que apresentou a picape-conceito Santa Cruz no Salão de Detroit de 2015, este ano voltou ao evento divulgando que o projeto definitivo da versão comercial está praticamente aprovado. A Santa Cruz também terá chassi monobloco. Será o mesmo que serve de base para o SUV Tucson de terceira geração, lançado no ano passado na Coreia. Com visual futurista, a versão conceitual é uma picape média com cabine dupla e quatro portas, sendo que as traseiras são do tipo suicida. Sob o capô, a unidade mostrada em Detroit tinha motor diesel 2.0 turbo de 190 cv.

Hyundai Santa Cruz

No mesmo evento, no estande da Lexus, o diretor de planejamento da marca revelou que tem planos de lançar uma picape média no futuro. A novidade seria derivada da nova Toyota Hilux, lançada no fim de 2015 no Brasil, o que facilita em muito o desenvolvimento. A Toyota já faz esse tipo de compartilhamento com a Lexus com os sedãs Camry/ES, e os SUVs, Land Cruiser/GX. Mas por enquanto a Hilux da Lexus é apenas uma ideia, segundo o executivo.

Fonte: QUATRORODAS

DODGE E JEEP DÃO DESCONTOS DE ATÉ R$ 30 MIL NA LINHA DE IMPORTADOS

jeep-cherokee
Enquanto o Dodge Journey ficou R$ 5.000 mais barato, o Jeep Cherokee teve redução de R$ 30.000 em todas as configurações

Enquanto o Dodge Journey ficou R$ 5.000 mais barato, o Jeep Cherokee teve redução de R$ 30.000 em todas as configurações

Os menores descontos foram para o Dodge Journey. Todas as versões do utilitário tiveram uma redução de R$ 5.000, partindo agora de R$ 119.900 na versão de entrada SXT. Ainda na linha Dodge, o grandalhão Durango ficou R$ 20.000 mais barato e agora começa em R$ 239.900. Na gama Jeep, o Cherokee passa a ter desconto de R$ 30.000 em todas as configurações, enquanto o Grand Cherokee custa agora R$ 25.000 a menos. O Compass não sofreu alterações. Veja, na tabela abaixo, como ficaram os preços da linha de importados da FCA:

PREÇOS - DODGE E JEEP (IMPORTADOS)
Jeep Compass R$ 108.900
Jeep Cherokee Longitude - R$ 169.900
Jeep Cherokee Limited - R$ 184.900
Jeep Cherokee Trailhawk - R$ 199.900
Jeep Grand Cherokee Laredo R$ 194.900
Jeep Grand Cherokee Limited - R$ 229.900
Jeep Grand Cherokee TurboDiesel - R$ 289.900
Jeep Wrangler 2P R$ 169.900
Jeep Wrangler 4P R$ 184.900
Dodge Journey SXT - R$ 119.900
Dodge Journey RT  - R$ 129.900
Dodge Journey RT/AWD R$ 139.900
Dodge Durango Limited R$ 239.900

Fonte: QUATRORODAS

quinta-feira, 3 de março de 2016

FIAT PODE ESTAR ENCERRANDO PRODUÇÃO DE BRAVO, LINEA, IDEA E UNO VIVACE

Fiat Idea Essence
Informação veio de uma fonte da rede de concessionárias; oficialmente montadora nega

Em meio a dois lançamentos de peso - a nova picape Toro e o futuro compacto Mobi - a Fiat pode estar encerrando a produção de nada menos que quatro modelos. Uma fonte ligada à rede de concessionárias da marca afirma que a fábrica não está mais faturando os modelos Bravo, Idea, Linea e Uno Vivace.

Contactada pela reportagem de QUATRO RODAS, a Fiat oficialmente nega a informação. Uma análise de mercado, porém, mostra que o boato pode ter fundamento. O Uno Vivace, por exemplo, será (junto com o Palio Fire) o modelo substituído pelo Mobi - no facelift realizado em 2014, a versão de entrada foi a única a não sofrer alterações, assumindo o papel que antes era do falecido Mille.

Fiat Uno Vivace

Os outros três modelos citados andam esquecidos tanto pelo mercado quanto pelo departamento de marketing da empresa. Apesar de ainda ter números de venda razoáveis - 8.234 unidades emplacadas no acumulado de 2015 - a minivan Idea faz parte de um segmento em queda em um mercado cada vez mais povoado por SUVs (sua única concorrente direta hoje é a Citroën Aircross). O Linea foi apenas o 11° sedã médio mais vendido do ano, com 4.379 emplacamentos. A situação do hatch médio Bravo é ainda mais crítica: apenas 2.795 unidades vendidas em 2015, bem atrás de Focus, Golf e Cruze.

Fiat Linea

Bravo e Linea, por sinal, vivem a expectativa (ainda não confirmada) de serem substituídos no Brasil pelas versões hatch e sedã do novo Fiat Tipo, lançado na Europa no ano passado. Isso, porém, ainda deve demorar para ocorrer - se ocorrer. Já a Idea não tem substituto à vista dentro do leque da FCA pelo mundo.

Fiat Bravo Essence

Para o consumidor ainda interessado nesses modelos, a notícia pode ser oportuna: em situações desse tipo, quando um modelo é descontinuado, as lojas geralmente precisam fazer promoções e descontos para acabar com os estoques.

Fonte: QUATTRORODAS

Fiat Tipo volta com toda a família no Salão de Genebra


Família é apresentada no Salão de Genebra

Após trazer de volta ao mundo o nome Tipo para batizar o sedã de origem turca Aegea, a Fiat resolveu estender a família do modelo e apresenta, no Salão de Genebra 2016, suas configurações hatchback e station wagon (perua).

Todos são feitos sobre a agora conhecida base do Renegade, que também origina a picape Toro no Brasil. Na Europa, a base múltipla dá à luz o 500X. Tendo o que a Fiat-Chrysler tem de mais avançado, o carro está confirmado para estrear este ano na Europa, Oriente Médio, Ásia e África.

No Brasil, a família já roda em testes de resistência, mas a marca desconversa. O que se especula -- na Europa e mesmo no Brasil -- é que o modelo será produzido na fábrica de Goiana (PE), mas a data ainda está distante.



Melhor da Fiat

No design, os membros da nova família Tipo buscam inspiração na Alfa Romeo, principalmente na parte traseira, que conta com lanternas afiladas e elegantes.

Na dianteira, o Tipo se alinha ao padrão europeu atual -- o carro lembra muito novos modelos da Volvo, aliás.

Por dentro, o carro é totalmente diferente do que o público brasileiro conhece sobre qualquer carro da Fiat -- há um pouco disso na picape Toro.

Apesar de certo excesso de plástico, boa parte do material é emborrachada e de refinamento superior ao dos modelos respectivos no Brasil (Bravo, Linea e Weekend).

Central multimídia com tela de sete polegadas é de série em todas as versões e pode espelhar celulares Apple (CarPlay) e Android (Android Auto).



O que move

Tipo hatch e SW terão a mesma gama de motores do sedã. Falando das opções a gasolina: 1.4 Fire de 96 cv, 1.6 E-torQ de 110 cv e 1.4 T-Jet de 122 cv (turbo). Os câmbios podem ser manual, automático ou automatizado de dupla embreagem, todos de seis marchas.

Nas dimensões, o hatch tem 4,37 de comprimento, 2,64 m de entre-eixos, 1,79 m de largura e 1,50 m de altura. Na perua, o porta-malas maior aumento o tamanho para 4,57 m no total. São 440 litros para bagagens no hatchback, contra 510 no sedã e 550 na perua.

Viagem a convite da Audi do Brasil

Fonte: UOL CARROS

OS 10 SUPERESPORTIVOS MAIS ARREPIANTES DE GENEBRA

Corvette Grand Sport
Corvette Grand Sport | Crédito: Divulgação

Em tempos de downsizing e carros ecologicamente corretos, supermáquinas com seus potentes (e gastões) motores de até doze cilindros ofuscaram

Um dos eventos automobilísticos mais importantes do mundo, o Salão de Genebra, na Suíça, serve de palco para grandes lançamentos da indústria. Em meio aos holofotes virados às novidades de grandes volumes, os superesportivos também têm espaço reservado.


Apollo Arrow

Apollo Arrow

O superesportivo alemão é um dos destaques de Genebra. O estilo de linhas fluidas, que privilegiam a aerodinâmica, são a marca do Arrow - nome que, em tradução livre para o português, significa "flecha", reforçando sua ideia de dinamismo. Com peso de apenas 1.300 kg, o modelo pode ir de 0 a 100 km/h em 2,9 segundos graças ao motor V8 4.0 (de origem Audi) de 1.013 cv de potência e 102 mkgf de torque. A transmissão é automática sequencial de sete marchas. 

Arash AF8 Cassini

Arash AF8

O nome engana, mas este não é um modelo produzido nos países árabes. A Arash foi fundada na Inglaterra. O desenho pouco inspirado do AF8, menor modelo da marca, não faz dele um superesportivo pior que os outros. Pelo contrário, o motor V8 7.0 de 580 cv de potência e 65,8 mkgf de torque é combinado a um câmbio de seis marchas, para a alegria dos puristas, manual. Graças ao baixo peso de 1.200 kg, o AF8 vai de 0 a 100 km/h em cerca de 3,7 segundos, tempo menor que o de modelos de prestígio como o novato Aston Martin DB11.

Arash AF10 Hybrid

Arash AF10

O Bugatti Chiron não é o único que impressiona em Genebra quando o assunto é números. Apesar da cara de Koenigsseg antigo, o AF10 está disponível em duas versões. A mais "básica" é equipada com um motor V8 de 558 cv de potência. Já a topo de linha é híbrida, combinando um motor V8 6.2 e outros quatro elétricos, resultando em assustadores 2.180 cv de potência. Porém, mesmo com números estrondosos, o AF10 ainda não chega no desempenho do Chiron: vai de 0 a 100 km/h cerca de 3 segundos - o Bugatti faz o mesmo percurso em 2,5.

Aston Martin DB11

Aston Martin DB11

O substituto do DB9 manteve o característico visual da saga DB, mas não disfarça a inspiração nos conceitos DBX e DB10 - este último criado especialmente para o filme "007: Spectre". Na dianteira, a típica grade da Aston Martin e, na traseira, as lanternas curvas. O modelo é equipado com motor V12 5.2 de 608 cv de potência e 71,4 mkgf de torque, estes disponíveis cedo, a partir de 1.500 rpm. Em conjunto com a tração traseira e a transmissão automática ZF de oito velocidades, o DB11 é o Aston mais veloz já produzido em série: vai de 0 a 100 km/h em 3,9 segundos e chega a 322 km/h.

Chevrolet Corvette Grand Sport

Corvette Grand Sport

A carroceria no exclusivo tom de cinza e os detalhes em azul caracterizam a configuração Grand Sport do Corvette. Dotado de rodas de 19 polegadas na dianteira e 20 na traseira, o cupê recebeu modificações nos sistemas de diferencial, suspensão e freios, além do motor V8 6.2 de 466 cv de potência. A transmissão? Manual de sete velocidades.

Koenigsseg Regera

Koenigsseg Regera

Quase idêntico ao conceito apresentado em 2015, o Regera de produção foi apresentado em Genebra - mas não teve seus preços revelados, apesar de a Koenigsseg afirmar que já há uma quantia significativa de interessados. Com linhas fortes e área envidraçada que remetem a uma viseira de capacete, o superesportivo vai de 0 a 100 km/h, segundo a marca, em 2,8 segundos. Isso se deve ao motor V8 5.0 biturbo de 1.520 cv de potência e 203,9 mkgf de torque.

Lotus Evora Spor

Lotus Evora Sport

Ele pode parecer um Evora comum, mas não é. Após uma dieta que resultou em menos 70 kg e modificações no motor, o modelo ficou ainda mais interessante. Em relação às configurações convencionais, são 10 cv de potência a mais, ou 415 cv totais extraídos do motor V6 3.5. Em conjunto com o torque de 41,8 mkgf, o modelo vai de 0 a 100 km/h em 4,2 segundos com câmbio manual de seis velocidades e 4,3 com transmissão automática opcional.

Lotus Exige Sport

Lotus Exige Sport

Assim como o Evora Sport, o Exige perdeu peso e ganhou potência. O pequeno esportivo dispõe de 350 cv de potência e 40,8 mkgf de torque vindos do motor V6 3.5, que o leva de 0 a 100 km/h em aproximados 3,8 segundos. De série, o modelo é equipado com transmissão manual de seis marchas e oferece, como opcional, uma automática também de seis marchas.

McLaren P1

McLaren P1

Mesmo com sua produção encerrada em dezembro de 2015, após ter concluído as 375 unidades, a McLaren reservou um exemplar especial para o Salão de Genebra. Pintado em um belo tom de azul, o superesportivo tem a carroceria toda composta por fibra de carbono. Como se não bastasse, o sistema de escape é de ouro 24 quilates.

Spyker C8 Preliator

Feito para suceder o C8 Aileron, o modelo marca o retorno da Spyker ao mercado mundial. Com visual e detalhes inspirados nos aviões de caça, o modelo passou por diversas modificações mecânicas e visuais em relação ao antecessor. O motor é um V8 4.2 de origem Audi com 532 cv de potência e 82,9 mkgf de torque. A transmissão padrão será manual de seis velocidades, sendo a automática ZF de seis marchas opcional. A marca diz que o modelo precisa de 3,7 segundos para ir de 0 a 100 km/h, atingindo, logo depois, a velocidade máxima de 322 km/h.

Fonte: QUATRORODAS

terça-feira, 1 de março de 2016

TOYOTA REVELA C-HR E SURPREENDE COM MOTORIZAÇÃO HÍBRIDA

Toyota C-HR
Visual ousado com grande profusão de vincos e volumes é a marca do Toyota C-HR | Crédito: Divulgação

O modelo é a resposta, mesmo que tardia, da Toyota para o crescente segmento que abriga nomes como HR-V, Renegade, EcoSport e Tracker

Quase uma semana após ter suas primeiras imagens vazadas na web, o Toyota C-HR foi apresentado oficialmente em Genebra. Com visual ousado, é o primeiro SUV compacto a dispor de uma configuração mecânica híbrida, e tem grandes chances de chegar ao Brasil até o próximo ano para brigar com Honda HR-V, Jeep Renegade e Ford EcoSport. A produção nacional, porém, é incerta. 

O desenho do C-HR parece ousado até demais para um Toyota, conhecida pelo visual, digamos, antiquado de seus modelos. As linhas do modelo se mantiveram quase que fiéis às do conceito homônimo apresentado em Frankfurt no ano passado. A dianteira tem faróis que se estendem até o centro, próximo do logo da Toyota, e para as laterais, enquanto a traseira tem lanternas saltadas, como no novo Prius. De lado, as maçanetas das portas traseiras ficam camufladas nas colunas traseiras (alguém pensou no HR-V?). O destaque estilístico do C-HR fica para a grande profusão de vincos e volumes da carroceria. O interior não foi revelado.

Toyota C-HR

Mais do que a aparência futurista e agressiva, o modelo será o primeiro SUV compacto do mercado mundial a ter um conjunto de motorização híbrido. Por ser construído sobre a plataforma TNGA, a mesma do novo Prius, o C-HR poderá ser equipado com um motor 1.8 de 122 cv ligado a um elétrico. Outras opções incluem um 1.2 turbo a gasolina e um 2.0 aspirado. A transmissão será manual ou CVT. Para o Brasil, onde o modelo tem tudo para ser sucesso de vendas, deverão ser oferecidos motores 1.8 e 2.0, também com transmissão manual e CVT.

Fonte: QUATRORODAS

HONDA APRESENTA O NOVO CIVIC HATCHBACK

Honda Civic Hatchback Prototype
Versão de cinco portas chega ao mercado europeu no início de 2017

O hatchback seguiu o crescimento de tamanho visto na nova geração do sedã: comprimento, largura e entre-eixos aumentaram, enquanto a altura diminuiu, tornando o perfil do carro mais fluído. E mesmo com o tamanho maior, o peso diminuiu e a rigidez da plataforma aumentou em relação à geração anterior. O resultado, segundo a Honda, é um carro com vocação esportiva e dinâmica melhorada. Na motorização, destaque para as diferentes configurações do motor 1.5 turbo, com potência entre 150 e 204 cavalos.

Honda Civic Hatchback Prototype

A dianteira teve o para-choques alterado, com entradas de ar ampliadas. Visualmente, a traseira é o destaque, com dois aerofólios - um na linha do teto e outro que segue as linhas das lanternas. Há duas grandes aberturas nos para-choques e uma saída dupla de escape em posição central.

Honda Civic Hatchback Prototype

Honda Civic Hatchback Prototype

Honda Civic Hatchback Prototype

O Civic hatchback já foi importado para o Brasil na década de 1990, mas desde então não apareceu mais por aqui. Também não há previsão por parte da Honda em trazê-lo novamente para cá, ao contrário das versões sedã e cupê. Seria, porém, um bom adversário para os hatches médios existentes no mercado brasileiro, como Golf, Focus e Cruze.

Fonte: QUATRORODAS