Se antes o desenho não era o forte do SUV, com cara de Megane e Talisman, ele ganha mais fôlego e ambição para encarar o mundo
A Renault mostrou, durante a abertura do Salão de Pequim, a nova geração do Koleos, um SUV que compartilha a plataforma do Nissan Qashqai, com tamanho e proposta semelhantes à de Toyota Rav4 e Honda CR-V. Apesar do local escolhido para a estreia e diferentemente dos conterrâneos do Grupo PSA, o francês não será exclusivo para o mercado chinês, pelo contrário. A marca pretende comercializar o SUV topo de linha em, ao menos, 80 países diferentes. A má notícia nós deixamos para o final: não espere por ele no Brasil.
O visual é a primeira grande evolução do Koleos, uma vez que seu antigo desenho nunca lhe permitiu grandes números de vendas. A atual identidade foi herdada dos novos Megane e Talisman, com faróis afilados seguidos de um "apêndice" iluminado por leds que desce em direção ao para-choque, além do losângulo da Renault em evidência no centro da grade.
No caso do Koleos, o capô dá ideia de robustez com seis vincos e uma falsa saída de ar nas portas dianteiras dão a ideia de esportividade. A traseira tem lanternas horizontais que seguem para o centro da tampa do porta-malas. As rodas são de 19 polegadas. Para quem já conhece os últimos lançamentos da marca, o interior é mais do mesmo. O destaque fica para o console central, que abriga a tela do sistema multimídia R-Link 2 e nos remete ao interior dos atuais Volvo. O volante pode ser aquecido e o esquema de áudio é da grife Bose.
A Renault ainda não revelou todos os detalhes mecânicos do utilitário, mas o que se sabe é da existência da tração 4x4 com modos 2WD, 4WD Auto e 4WD Lock. Mais do que isso, ele é recheado de equipamentos de segurança: sensores de estacionamento dianteiros e traseiros, câmera de ré, alerta de pontos cegos, assistente para mudança de faixa, leitura de placas de sinalização e frenagem de emergência.
Fonte: QUATRORODAS
Chevrolet S10 High Country
Apesar dos novos equipamentos e facelift, picape manterá os preços de tabela praticados anteriormente
Apresentada oficialmente hoje, a nova S10 acaba de ter seus preços divulgados. Surpreendentemente (e ao contrário do que diziam nossas fontes, que indicavam um aumento de 3%), a Chevrolet resolveu não alterar a tabela já praticada para a picape em todas as suas 13 versões.
Como resultado, a S10 deve manter preços inferiores à das principais concorrentes. O configurador do site da marca, porém, ainda não oferece os valores, versões e equipamentos atualizados para que possamos confirmar a prática, apenas um hotsite que destaca as novidades e um sistema de reserva para interessados. Em email enviado no final da tarde, a assessoria da marca divulga os valores de quatro versões para exemplificar:
Utilizando a versão de cabine dupla LT flex 4x2 M/T (R$ 97.890) como referência, a concorrente mais próxima em configuração idêntica é a Ranger XLS flex 4x2 M/T (R$ 99.500). A Ford, porém, oferece um bom pacote de equipamentos de série, incluindo sete airbags e controles de tração e estabilidade - itens ainda não confirmados na S10 cabine dupla de entrada.
No outro extremo, a S10 High Country diesel 4x4 A/T sai por R$ 167.490, valor bem inferior à das versões top de Ranger (Limited diesel 4x4 A/T, por R$ 179.900) e Toyota Hilux (SRX diesel 4x4 A/T, por R$ 188.120).
Fonte: QUATRORODAS
Jeep Grand Cherokee
Modelos são afetados pelo funcionamento "incomum" da alavanca da transmissão
O Grupo FCA (Fiat-Chrysler Automobiles) anunciou um mega recall envolvendo 1,1 milhão de unidades de modelos Chrysler, Dodge e Jeep por problemas causados pelo câmbio automático dos mesmos. A maioria deles, 811.000, está nos Estados Unidos, enquanto 52.000 estão no Canadá, 17.000 no México e 249.000 foram enviados para fora da América do Norte. Procurada por QUATRO RODAS, a FCA do Brasil ainda não definiu se o país será afetado pelo chamado.
Segundo a empresa, o câmbio ZF de oito marchas que equipa Dodge Charger, Chrysler 300S e Jeep Grand Cherokee, tem causado problemas por seu funcionamento confuso. A alavanca é representada por uma espécie de joystick, que se movimenta para frente e para trás sem promover engates, se mantendo na mesma posição. Isso tem feito que, sem perceber, os proprietários dos veículos não posicionem o câmbio na posição de estacionamento P.
Como consequência, os carros não ficam travados e podem se movimentar de acordo com a inclinação do local onde foram estacionados. Mais de 40 incidentes relacionados ao câmbio confuso foram registrados com pessoas atingidas (e feridas) pelos próprios carros.
Fonte: QUATRORODAS
Rádio toca-fitas Bosch Rio de Janeiro, um clássico dos anos 1980
Como a tecnologia transformou a maneira de ouvir música dentro do carro
1 - Rádio
Motorola 5T71, o primeiro rádio para carro
Em 1930, Paul Galvin lançou o primeiro rádio para carro, a 110 dólares (1.490 atuais). Era o Motorola 5T71 - o nome era mistura de "motor" e "ola", que forma palavras como vitrola ou moviola. O sucesso foi tanto que a empresa mudou seu nome e virou a Motorola, hoje mais conhecida pelos celulares.
2 - Recepção FM
Rádio FM
Nos antigos rádios, os chiados faziam parte da programação. Mas isso começaria a mudar em 1952, quando a Blaupunkt começou a vender o Autosuper, que usava a frequência modulada (FM). Se por um lado ele tinha alcance menor, por outro oferecia a vantagem de reduzir interferências e melhorar a fidelidade do som. Além disso, enquanto as AMs se dedicavam à música para adultos, mais conservadora, as FMs surgiram com foco na música jovem (pop e rock).
3 - Vitrola
Highway Hi-Fi
Até 1956, música no carro, só no rádio. Quem tinha dinheiro (e um Chrysler) pôde então comprar um Highway Hi-Fi, primeiro toca-discos para carros. Não bastasse o alto preço e o fato de o tamanho só comportar discos de compactos, com uma música de cada lado, ainda era difícil de curtir a música sem que a agulha pulasse nas irregulares ruas da época.
4 - Cartucho
Muntz Stereo Park
O Muntz Stereo Pak surgiu em 1962 como o primeiro toca-fitas de cartucho. Era uma maneira mais eficaz de curtir um bom som do que a vitrola e não precisava rebobinar (o fim da fita era emendado ao seu início). Até que veio a fita cassete e aposentou-o de vez.
5 - Fita cassete
Toca-fitas do VW Santana EX 1990
Se o cartucho já era uma boa evolução sobre o disco de vinil dentro do carro, imagine o que foi o Compact Cassette, criado pela Philips, em 1963. Virou o padrão para som automotivo nos anos 70 e 80, por ser mais confiável, permitir gravações caseiras com qualidade equivalente à da matriz e, principalmente, permitir ao usuário fazer sua própria seleção de músicas.
6 - CD player
CD Player da Pioneer
O atrito da agulha nos discos de vinil, ou do cabeçote na fita, gerava ruídos que só acabaram com a leitura a laser, desenvolvida pela Sony e Philips e lançada em 1982. Só na década de 1990, porém, foram criados dispositivos de amortecimentos capazes de suportar as vibrações do veículo ao rodar, sem que o CD pulasse. Com a popularização dos CD-R graváveis e a criação do formato MP3, foi possível colocar mais músicas no CD e, depois, num pendrive.
7 - Disqueteira
Disqueteira para oito discos
Febre nos anos 1990, ficavam, em geral, no porta-malas e sofriam menos com os buracos que o CD player de painel, graças a sofisticados sistemas antivibração. Levavam de seis a 12 discos, mas criaram um sério dilema para os motoristas na hora de escolher os álbuns - para trocar os kit de CDs, o motorista era obrigado a sair do carro.
8 - Via satélite
Receptor de rádio via satélite SiriusXM
Que tal ter uma enorme variedade de emissoras, mas sem problemas de recepção ou anúncios? Nos EUA, o rádio via satélite foi dominado pelas empresas Sirius e XM, cuja sintonia depende de um receptor próprio. O maior problema são os custos de implementação de uma rede de satélites destinada a esse fim. Mesmo nos EUA, onde há mais usuários, Sirius e XM tiveram de se unir para sobreviver no mercado em meio à concorrência da música via streaming ou gravada em HDs.
9 - Disco rígido
Músicas armazenadas no HD da central multimídia
Após o CD player, veio o DVD player e, depois, as centrais multimídia, que também incluíam TV e câmera de ré. Com o advento das memórias de alta capacidade, o sistema evoluiu e agora é possível pôr as músicas no disco rígido do aparelho, a maioria com capacidade para alguns gigas (1.000 megabytes).
10 - Na nuvem
Spotify integrado à central multimídia do carro
Após o CD e o pendrive, a música digital migrou para outros ares. Com a popularização das centrais multimídia com conexão para internet ou espelhamento com smartphones, já é possível utilizar no carro apps como o Spotify, que combina a transmissão de música via streaming com o download de playlists no HD, para os momentos em que não houver conexão disponível.
Fonte: QUATRORODAS
No visual, uma mudança minúscula: a antena do teto, que era longa, agora ficou curta
Hatch e sedã da Toyota ganha reforços importantes para se dar bem na disputa por consumidores racionais. O visual careta, seu maior defeito, segue intocado
O consumidor brasileiro ficou bem mais exigente nos últimos anos. Por aqui, um carro bonito e medíocre não vinga, assim como um excelente e feio. Beberrão e bom de guiar também não se torna campeão de vendas, como também não um péssimo ao volante e econômico. É preciso ter conjunto. Se não for o melhor em tudo, que esteja ao menos na média do segmento.
Parece óbvio, mas algumas marcas insistem em desafiar essa verdade. A Toyota aprendeu a lição com o Etios, um carro excelente de dirigir e econômico, mas com visual externo e interno sofrível, sem charme, desatualizado. Para piorar, nos segmentos onde brigariam os Etios hatch e sedã surgiram Onix, HB20, Ka, Prisma... E aí não teve jeito: a concorrência ultrapassou o Etios, conquistou a liderança e não saiu mais do topo. Sem a pretensão de virar o jogo — e bem ao estilo japonês —, a Toyota quer dar uma injeção de ânimo ao Etios. A linha 2017 é a prova desta estratégia.
Para começar, os motores 1.3 e 1.5, antes importados, passam a ser produzidos no Brasil, em uma fábrica em Porto Feliz (SP). A nacionalização incluiu algumas melhorias, como reforços no bloco, adoção de um sistema de partida a frio sem tanquinho de gasolina e susbstituição do sistema de acionamento das válvulas (antes, direto e por tuchos mecânicos e agora por balancins roletados e tuchos hidráulicos). Com as mudanças, a potência do motor 1.3 saltou de 90/84 cv para 98/88 cv e a do 1.5 de 96/92 cv para 107/102 cv.
O câmbio seguiu a mesma estratégia do motor e evoluiu mesmo sendo um dos pontos fortes do carro. Agora, o manual tem seis marchas, no lugar do anterior, com cinco. A grande novidade, porém, é a chegada da transmissão automática (com quatro marchas), disponível para todas as versões, por R$ 3.500 que devem ser somados aos preços da tabela abaixo.
A versão cedida para teste (hatch XLS 1.5 automático) se mostrou agradável ao volante. A bem-vinda transmissão automática reforçou o prazer ao dirigir, uma característica já notada no Etios antigo. As trocas são suaves e o nível de inteligência é bom: ela detecta se o motorista está priorizando desempenho ou consumo e até a necessidade de manter a rotação do motor elevada por conta da inclinação da pista.
Se cuidou do que já era bom, a Toyota também atentou para as fraquezas do Etios. Sorte do consumidor, que finalmente passa a ver suas reclamações resolvidas. Na posição de quem já teve um Etios na frota de Longa Duração, QUATRO RODAS classifica como excelente a troca do antigo quadro de instrumentos analógico pelo novo, totalmente digital, formado por duas telas, uma delas multiconfigurável. Ainda que mantido no mesmo local (no centro do painel), o novo quadro é de fácil visualização e leitura, bem diferente do anterior. O pacote de equipamentos continua atraente: ar-condicionado, direção, travas e vidros elétricos são de série desde a versão básica, X.
Curiosamente, o motor 1.3 só é oferecido na versão de entrada da versão hatch.
No acabamento, algumas mudanças estão longe dos olhos, mas também são bem-vindas. No assoalho, segundo a Toyota, há mantas com maior poder de barrar o som que invade a cabine. Outra medida adotada neste sentido foi a adoção de vidros de portas mais espessos. Quem viaja no banco traseiro do Etios também verá novidades: há apoio de cabeça e cinto de três pontos na posição central e sistema Isofix para fixação de cadeirinha infantis nas laterais.
Para saber mais sobre o comportamento dinâmico do Etios 2017 e os números obtidos em nosso campo de provas, não perca o teste de pista completo, que será publicado na QUATRO RODAS de maio.
Fonte: QUATRORODAS
Mudanças sutis: grade frontal maior e novas molduras nos faróis de neblina
Hatch estreia motor 1,2-litro de 3 cilindros e promete ser um dos carros mais econômicos do país
O Peugeot 208 mudou. Porém, só irá sentir essa mudança quem puder acelerá-lo. Visto da rua, é mais difícil identificar as atualizações estéticas. A grade frontal ficou mais robusta e as molduras dos faróis de neblina foram redesenhadas. As lanternas agora são em led e ganharam máscara negra. Já a central multimídia oferece o recurso de espelhamento de smartphones, com MirrorLink para Android e Apple CarPlay para iOS.
A grande novidade está sob o capô. A Peugeot aposenta o motor 1.5 litro de 93 cv. Em seu lugar, entra um 3-cilindros 1,2-litro de 90 cv. Como resultado, o comportamento tanto na estrada quanto na cidade é suave e similar ao 1,5-litro. O desempenho se mostra até superior, pois traz conforto ao motorista ao entregar o máximo de torque antes dos 3.000 rpm. A principal diferença entre os dois motores, segundo a Peugeot, é o 1.2 ser 37% mais econômico que o seu antecessor. Graças a essa eficiência, o modelo conquistou nota triplo A no Programa Brasileiro de Etiquetagem do Inmetro. Essa classificação quer dizer que o 208 teve nota A em sua categoria, na classificação geral e em nível de emissões de CO2.
Outro ponto positivo na dirigibilidade do 208 é a qualidade acústica. Há de se levar em consideração que os modelos equipados com motores três cilindros são alvo de críticas em relação a um ruído elevado que invade a cabine. Mas não é o caso do Peugeot.
Prova de consumo
Durante o lançamento oficial do modelo, realizado em Fortaleza, houve uma prova de consumo entre os participantes e surpreendeu os números conseguidos em um trecho de pouco mais de 8 km de estrada. O vencedor fez impressionantes 27,8 km/l - uma amostra de que a promessa de ser o modelo mais econômico do Brasil pode ser factível. Em nossa curta convivência com o carro, cerca de 1 hora em trechos urbanos e rodoviários, o computador de bordo apontava um consumo médio de 16 km/l (abastecido com gasolina).
A marca também apresentou um teste de consumo realizado em parceria com o Instituto Mauá. Abastecido com gasolina aditivada em São Paulo, o tanque de 55 litros foi lacrado e o 208 1.2 percorreu 1.002 km até Brasília sem abastecer. Segundo a marca, quando o carro chegou ao destino, o computador de bordo ainda apontava uma autonomia de 200 km.
Porém, todas estas avaliações foram feitas pelo fabricante. QUATRO RODAS irá realizar testes de consumo de acordo com nossos critérios, e vai publicar os resultados na próxima edição, que chega às bancas no comecinho de maio.
Fonte: QUATRORODAS
A dianteira lembra o Evoque, enquanto a traseira é bem curta
Novo subcompacto mineiro custa menos e é menor que o Uno, mas não oferece inovações
O Mobi faz parte de uma reestruturação na linha Fiat, que pretende renovar seu leque de modelos nos próximos três anos. E o subcompacto chega para preencher uma lacuna abaixo do Uno atual. A ideia da empresa é oferecer uma alternativa ao Volkswagen Up!. De acordo com a montadora, o fato de o Mobi ser o modelo mais barato da marca não será destacado – a Fiat não pretende vender o carro mais barato do Brasil.
Partindo de R$ 31.900 (contrariando as previsões que indicavam que seu valor seria abaixo dos R$ 30.000), o Mobi Easy é a versão de entrada – de um total de seis – vendida sem os acessórios que compõem o pacote da maioria dos veículos nacionais, como direção hidráulica ou vidros elétricos. Para equipar o modelo com a assistência de direção e ar-condicionado, é necessário migrar para a Easy On.
Uma das novidades do Mobi é não ter muitos opcionais, como ocorre nos demais modelos da Fiat. A ideia é simplificar o pacote de versões. Assim, os interessados em incrementar a quantidade de acessórios devem optar por uma configuração mais cara. Na ordem, são a Easy, Easy On, Like, Like On, Way e Way On.
As versões intermediárias, Like e Like On, oferecem de série um pacote recheado, com ar-condicionado, direção hidráulica, chave tipo canivete com controle remoto, travas e vidros elétricos, computador de bordo e volante com regulagem de altura. A Like On inclui um quadro de instrumentos com LED e display digital, além de rádio com USB e Bluetooth, integrado ao volante multifuncional. Já a Way tem como diferencial o já conhecido disfarce aventureiro, composto por barras longitudinais no teto, moldura plástica na caixas de roda e suspensão elevada. As maçanetas são pintadas em um tom marrom.
Em junho, a Fiat passará a comercializar um inédito multimídia chamado Live On, no qual o smartphone do dono fará o papel de central do sistema. “O componente mais caro desse tipo de equipamento é a tela digital. Como a maioria dos compradores de automóveis já têm smartphones, podemos oferecer um equipamento que custa menos”, diz Carlos Eugênio Dutra, diretor de produto da Fiat.
Com o Fiat Live On, será possível comandar e visualizar algumas funções do carro, como o Econômetro, pelo celular, por meio de um app gratuito disponível (em junho) na Apple Store e Google Play.
O subcompacto só será comercializado com o motor 1.0 de 4 cilindros, o mesmo que já equipa o Uno e Palio. Desenvolve 75/73 cv, com etanol e gasolina, a 6.250 rpm. O torque é de 9,9/9,5 mkgf a 3.850 giros. Apesar de ser menor que o Uno (tem 356,6 cm de comprimento, 163,3 cm de largura e 150 cm de altura), o desempenho do pequeno é praticamente idêntico ao do Uno. Em nosso teste de pista, fomos de 0 a 100 km/h em 17,5 segundos – na prática, o mesmo resultado do Uno Vivace (17,6). Aliás, essa versão do Uno deixa de ser oferecida, que passa a ter a Attractive 1.0 como a opção de entrada.
Outra novidade é a tampa do porta-malas de vidro, sem estrutura metálica. Os braços da porta, trinco e amortecedores são fixados diretamente na peça. Isso pode provocar algum estranhamento no início, e até a desconfiança quanto à resistência, mas os engenheiros da Fiat garantem que a peça oferece a mesma durabilidade que uma tampa convencional. A espessura do vidro é de 5 mm, medida superior ao das janelas comuns.
VERSÕES E PREÇOS
Easy R$ 31.900
Easy On R$ 35.800
Like R$ 37.900
Like On R$ 42.300
Way R$ 39.300
Way On R$ 43.800
Fonte: QUATRORODAS
Com câmbio CVT, o Versa tem respostas rápidas e ultrapassagens ágeis
Disponível apenas para as configurações equipadas com motor 1.6, a transmissão dá agilidade e economia de combustível aos modelos
A briga entre os compactos tem ficado cada vez mais acirrada, com tecnologias e conjuntos mecânicos dignos de segmentos superiores. De olho nessa evolução, a Nissan anunciou a chegada do câmbio CVT aos modelos March e Versa para o próximo mês de junho. Preços e versões ainda não foram revelados pela marca. São estimados, porém, R$ 55.000 iniciais no caso do sedã
.Disponível apenas para as configurações equipadas com motorização 1.6 de 111 cv, o câmbio é inédito no Brasil e faz sua estreia em motores flex. O equipamento é voltado exclusivamente para a linha de compactos da marca, assim como já é feito na Europa, e tem chances de equipar o Kicks. Para chegar ao território brasileiro, no entanto, o CVT passou por ajustes que o deixaram menor e mais leve em relação ao europeu, além da expansão do raio das polias e da otimização na bomba de óleo, que promete a redução de 30% no atrito dos componentes internos.
IMPRESSÕES AO DIRIGIR
Durante uma visita à fábrica da Nissan em São José dos Pinhais (PR), QUATRO RODAS andou em unidade pré-série do Versa equipado com a transmissão CVT. Mesmo com as ressalvas apontadas pela marca, como o isolamento acústico incompleto e a relação "quase perfeita" do câmbio do exemplar dedicado a testes de engenharia, o sedã mostrou total sintonia entre seu novo conjunto mecânico.
O Versa CVT mostrou agilidade durante o percurso, predominantemente rodoviário. Mesmo em velocidades mais elevadas, entre 100 e 120 km/h, o giro do motor se mantém estável e próximo de 2.500 rpm, privilegiando o conforto dos ocupantes e a economia de combustível. Ultrapassagens são feitas sem esforço, especialmente com a ajuda da função Overdrive (algo como uma função "Sport"), acionada por um botão lateral na alavanca do câmbio, elevando o giro do motor para respostas ainda mais rápidas.
Segundo a marca, o consumo do sedã com etanol/gasolina em ciclo urbano ficou em 7,8/11,6 km/l, enquanto em ciclo rodoviário registrou 10/14,1 km/l. Já no caso do March CVT, os números com etanol/gasolina ficaram em 7,8/11,7 na cidade e 9,7/14,5 km/l na estrada.
Fonte: QUATRORODAS
Ford Ka ficou mais caro em todas as versões
Hatch agora parte de R$ 41.990, enquanto nova versão SEL 1.5 Plus do sedã chega a 57.840
A Ford anunciou novidades na linha 2017 do Ka e do sedã Ka+. Tanto o hatch como o sedã passam a contar com mais itens de segurança, como o banco traseiro bipartido, cinto de segurança de três pontos para o passageiro do meio e também um terceiro apoio de cabeça, antes inexistente no compacto.
Com os novos equipamentos, o Ka hatch de entrada teve um pequeno reajuste em seu preço, passando de R$ 41.590 para R$ 41.990 na versão SE 1.0. A versão sedan também ficou mais cara, tabelado agora em R$ 44.990 ante os R$ 44.590 cobrados no modelo 2016.
Novidade também é a nova versão SEL Plus para o Ka+, que chega para ocupar o topo da gama da linha e que traz itens adicionais como bancos revestidos em couro e sensor de estacionamento traseiro. Mas isso tem seu preço: R$ 57.840. Abaixo, confira a tabela completa da linha 2017 do Ford Ka e Ka+, que trouxe reajustes para todas as versões.
Fonte: QUATRORODAS
O Kicks compartilha a plataforma do March e Versa
Novo SUV compacto vai participar do revezamento da Tocha Olímpica Rio 2016
Confirmado para ser produzido no Brasil, o Kicks fará sua primeira exibição oficial no próximo dia 3 de maio, como parte das cerimônias de revezamento da Tocha Olímpica Rio 2016. O novo SUV compacto - ou crossover, na designação da Nissan - será produzido na fábrica da marca em Resende (RJ), onde já são fabricados os modelos March e Versa, com os quais o Kicks compartilha a plataforma.
O novo carro também utilizará o mesmo motor utilizado nos compactos já existentes, um 1.6 16V flex com 111 cavalos e 15,1 mkgf de torque. As opções de câmbio serão de 5 marchas manual e CVT automático - a mesma transmissão que passará a ser oferecida para os March e Versa 1.6, também a partir de maio.
Para combater a alta do dólar, a Nissan promete um índice de nacionalização de 74%. O Brasil será o primeiro lugar a fabricar o Kicks, um projeto global que deve ser exportado para todos os mercados da América do Sul a partir daqui. Com tamanho menor que o do Renault Duster, ele deve concorrer com os futuros WR-V da Honda e ix25 da Hyundai, além das versões mais baratas do Ford EcoSport.
Fonte: QUATRORODAS