quarta-feira, 2 de maio de 2012

Novo Volkswagen Golf GTI Cabriolet

vw golf gti cabrio 1 Novo Volkswagen Golf GTI Cabriolet começa a ser vendido no Reino Unido, com preços a partir de 29.310 libras

O preço oficial do Golf  GTI Cabriolet foi anunciando no Reino Unido: é de 29.310 libras, equivalente a 90.200 reais. Este é o preço para unidades com câmbio manual. Se for adicionado o câmbio DSG de dupla embreagem, o preço salta para 30.610 libras.
As concessionárias da marca já estão aceitando encomendas, e as primeiras unidades serão entregues em julho. O modelo conta com o mesmo 2.0 turbo de até 210 cavalos do Golf  GTI hatchacelerando de 0-100 em 7,3 segundos com máxima de 237 km/h.
A capota elétrica de tecido do esportivo é operada em 9,5 segundos, tanto na abertura quanto no fechamento, e funciona em velocidades de até 29 km/h.

>> com preços a partir de 29.310 libras


USADO DO MÊS: CHEVROLET CLASSIC

Chevrolet Classic

Seria ótimo se todas as famílias tivessem um pequeno popular para as tarefas diárias e um carro maior e mais potente para encarar as estradas nos fins de semana. Mas em geral as restrições orçamentárias fazem com que elas optem por um único veículo, capaz de combinar as duas necessidades. É sob esse ponto de vista que o Chevrolet Classic se destaca.


Versátil, há dez anos o sedã cumpre bem o papel de veículo urbano e estradeiro: o porta-malas acomoda 390 litros, mas não atrapalha na hora de estacionar. O entre-eixos de 2,44 metros oferece espaço apenas adequado a quatro adultos de estatura média, mas o acabamento interno é dos melhores: está um degrau acima dos outros populares mais baratos.

Lançado em 2002 como Corsa Classic, tinha motor 1.0 (60 cv) ou 1.6 (92 cv), mas em 2003 recebeu o 1.0 VHC (70 cv), de bom desempenho e consumo adequado, apesar de ruidoso. Tornou-se flex em 2005 (72/70 cv) e recebeu melhorias em 2009, quando foi rebatizado de VHC E (78/77 cv). O 1.6 a gasolina saiu de linha no final de 2006.

Robusto e confiável, o Classic também é amigo do bolso na hora da manutenção: motor, câmbio, suspensões e freios são velhos conhecidos das oficinas, o que facilita e barateia qualquer reparo. O custo de peças também é baixo e elas são facilmente encontradas na enorme rede da GM. Para comprar o Classic ideal, preste atenção nas versões: a básica é a Life, que trazia como opcionais só ar quente, protetor de cárter e ar-condicionado. A Spirit vinha com direção hidráulica de série e a top Super acrescentava espelhos, frisos e maçanetas da cor do carro, CD player, vidros e travas elétricos, alarme e tapetes de borracha. O modelo foi reestilizado em 2010, com novos faróis, grade e lanternas, e era oferecido só na versão LS, com vários pacotes de opcionais.

Ao menos todos têm painel completo - contagiros, termômetro da água, relógio digital e hodômetro total e parcial. Mas o Classic peca pela idade do projeto: desenho antiquado, ergonomia deficiente e não há opção de airbag, ABS nem encosto de cabeça e cinto de três pontos para o quinto passageiro.


FUJA DA ROUBADA


O VHC a gasoline (fabricado até 2005) sofre de ruídos crônicos no motor, culpa do combustível de má qualidade ou falhas nos pistões, defeito constatado pela fábrica. Na dúvida, descarte o veículo avaliado.



NÓS DISSEMOS
Maio de 2010

>> Confira na edição


"O quadro de instrumentos é completo mesmo na configuração mais simples, com direito a conta-giros e termômetro de água, itens raros entre os populares. A idade avançada do projeto tem prós e contras: o acabamento geral é maduro, de boa qualidade, mas o ‘clima’ da cabine impõe ao motorista uma viagem ao início dos anos 90. (...) Três pessoas atrás e muita bagagem no porta-malas? Isso não é com ele. (...) O motor 1.0 VHC E é o melhor do segmento. Ágil, ele dá um banho na concorrência nas provas de aceleração e de retomada de velocidade e fica na média em consumo urbano - na estrada, porém, é o mais beberrão da turma."


PREÇO DOS USADOS (EM MÉDIA)


VHC 


2003: 16 168
2004: 16 982
2005: 18 840
2006: -
2007: -
2008: -

Life flex 

2003: -
2004: -
2005: 17 400
2006: 18 302
2007: 18 994
2008: 19 998


PREÇO DAS PEÇAS
Amortecedor dianteiro (cada um) 
Original: 245
Paralelo: 230

Pastilhas dianteiras (jogo) 

Original: 118
Paralelo: 45

Farol dianteiro comum (cada um) 

Original: 332
Paralelo: 130

Para-choque dianteiro 

Original: 325
Paralelo: 215

Kit de embreagem 
Original: 382
Paralelo: 220


PENSE TAMBÉM EM UM
Renault Logan

Seus filhos estão crescidos e você pretende cair na estrada? Nesse caso, vale a pena gastar um pouco mais e levar um Logan para casa: o longo entre-eixos (2,63 metros, maior que o do Toyota Corolla) é garantia de conforto para até cinco ocupantes, e o porta-malas de 510 litros é o maior do segmento. As 16 válvulas do motor de 1 litro não fazem milagres, mas dão conta de manter o embalo na estrada. A favor do Logan também está o projeto mais moderno, que se reflete na segurança: além da maior rigidez estrutural, ele oferece freios ABS e airbag duplo como opcionais.


ONDE O BICHO PEGA



Correia dentada 

O motor VHC não admite descuidos com o estado da correia dentada e do tensionador. Seu rompimento provocará atropelamento das válvulas, exigindo uma cara retífica. Sai mais barato prevenir, gastando cerca de 200 reais entre peça e mão de obra.

Comando de válvulas 
Nos Classic fabricados até 2009, o comando atuava diretamente sobre os balancins, provocando desgaste dos cames e comprometendo o levante das válvulas. Leve o veículo a uma oficina de confiança e peça uma avaliação da compressão dos cilindros antes da compra.

Buchas do trambulador
Até 2004, a caixa de marchas usava o tradicional sistema de varão. Com o desgaste das buchas do trambulador, a seleção dos canais da alavanca fica comprometida. O reparo custa em torno de 40 reais.

Infiltração de água 
Pode ocorrer por três motivos: falha nas borrachas de vedação das portas, dreno do ar-condicionado entupido ou vazamento no ar quente. Nos dois últimos casos, o conserto pode ser feito em loja de ar-condicionado, com o custo indo de 50 a 200 reais.

Aterramento 

Problema crônico da linha GM, o aterramento é falho e, por isso, a corrente acaba fluindo pelo módulo de injeção ou pela bomba elétrica, queimando seus chicotes. O ideal é pedir uma revisão a um bom autoelétrico.


A VOZ DO DONO




"Único popular com bom acabamento, ele é econômico sem sacrificar o desempenho. Encara cidade e estrada com valentia, porém falta o isolamento acústico para conter o barulho a 120 km/h. Seu custo-benefício é ótimo e o gasto com manutenção é baixo, mas cuidado com a rede, que teima em sugerir serviços desnecessários."

Renata Lenzi Meirelles, 30 anos, assistente administrativa, São Paulo (SP)
O QUE EU ADORO

"Vivo na estrada, então a simplicidade mecânica é essencial. Ele agrada na disposição do motor, no câmbio de engate macio e preciso e na robustez da suspensão."

Francisco André Mendes Júnior, 28 anos, consultor, Campo Mourão (PR)


O QUE EU ODEIO


"Meu carro apresentou queda no desempenho e um problema crônico de aterramento, que arria a bateria e causa panes. E nenhuma autorizada resolve."

Luana Volpert Rosseti, 27 anos, auditora, São Bernardo do Campo (SP)

Maserati planeja rival do Porsche 911



Depois de informações de que a Mercedes estaria planejando um rival para o 911, foi a vez de a Maserati considerar um modelo para incomodar o esportivo da Porsche.

De acordo com o CEO da marca, Harald Wester, a Maserati estaria pensando em produzir um cupê com motor central. Rumores apontam que ele se chamaria Grand Sport, teria base no Alfa Romeo 4C e começaria a ser vendido em 2015.

A imprensa europeia especula que o esportivo contaria com fibra de carbono ou alumínio em seu chassi e poderá vir com motor 4.7 V8 central acoplado a uma transmissão de dupla embreagem.

O novo modelo faz parte dos planos da Maserati em aumentar suas vendas anuais para 50 mil carros e ele seria responsável por cerca de 1500 a 2000 unidades, com preço inferior a 150 mil euros.    
 


>>Esportivo se chamaria Grand Sport e teria motor 4.7 V8

VW lança Polo R-Line na Inglaterra




Transformar automóveis comuns em esportivos é quase uma obsessão alemã. No caso da Volkswagen, os carros de alta performance ganham as siglas GTI ou R, enquanto os modelos em que o visual anda na frente do desempenho pertencem à R-Line. E é exatamente neste terceiro grupo que se encaixa o novo Polo R-Line.

As principais diferenças em relação ao Polo “convencional” estão nos detalhes. O R-Line tem para-choques exclusivos, saias laterais, grade frontal pintada em preto brilhante, vidros escurecidos e novos faróis de neblina. O interior é recheado com bancos esportivos do tipo concha, volante de três raios revestido em couro, pedaleiras de alumínio e detalhes na cor preta. Isso sem contar os logotipos R espalhados pela cabine.


Pena que, como a maioria dos modelos da R-Line, o desempenho não seja seu ponto forte. O hatchback tem um 
motor 1.2 com quatro cilindros, que entrega 105 cv e leva quase 10 segundos para ir de 0 a 100 km/h. A má notícia é que o Polo R-Line só é oferecido na Inglaterra, e não deve ser oferecido por aqui tão cedo, já que o Polo europeu está uma geração à frente do modelo vendido em nosso país.

terça-feira, 1 de maio de 2012

Honda Concept C e Concept S




A Honda revelou dois novos carros-conceito, o Concept C e o Concept S, e utilizou a descontração para apresentá-los ao público chinês durante o Salão de Pequim.

O Concept C é um sedã médio voltado para o mercado da China e possui linhas extremamente agressivas. De acordo com a montadora, o C representa Cool, Challenge & China, algo como legal, desafio e China.


Honda Concept C e Concept S

Já o Concept S é uma minivan que terá produção global, e possui traços um pouco menos ousados. Aqui, S significa Stylish, Smart & Surprise, ou seja, estilo, esperto e surpresa.

Em ambos os casos, não foram informadas as motorizações. As versões de produção do Concept C e do Concept S deverão ser fabricadas a partir de 2013.


>>Confira a galeria do Honda Concept C e Concept S

Aston Martin Dragon 88




A Aston Martin criou uma série especial para mostrar no Salão de Pequim. É a Dragon 88, que chegou a três modelos da fabricante: DBS, Virage e V8 Vantage S.


Dentre as especificações da série estão a utilização de ouro de 24 quilates no brasão da Aston Martin, situado no capô. Os bancos são de couro na cor dourada, enquanto os encostos de cabeça têm dragões bordados. O 88 diz respeito ao limitado número de veículos que será produzido.


A ação faz parte da série de investimentos que a Aston Martin está fazendo na China. A ideia da fabricante é abrir 11 concessionárias no país ainda em 2012.

>>Confira a galeria do Aston Martin Dragon 88

Seat Ibiza Cupra Concept




Um esportivo para o uso diário que alia ''prazer ao dirigir com um alto grau de funcionalidade''. É assim que a Seat define o Ibiza Cupra Concept, hatchback conceitual que antecipa a versão de produção. 

Não é só pela pintura amarela que ele chama atenção. O kit aerodinâmico é bastante diferente do Ibiza convencional, incluindo novos para-choques e difusor traseiro. O escapamento central e as belas rodas de liga leve de 17 polegadas completam o visual. 

O interior não é muito chamativo, mas a monotonia é quebrada pelos bancos esportivos forrados em couro de dois tons e pelo volante com base achatada, típico de modelos de alto desempenho. Apliques pretos no painel e um sistema de entretenimento com tela de cinco polegadas também atraem quem viaja no veículo. 

Como um bom esportivo que ambiciona ser, o Ibiza Cupra Concept tem um motor 1.4 TSI com 180 cv. Ele forma um belo conjunto com o câmbio automatizado de sete velocidades e dupla embreagem, resultando em trocas de marcha rápidas e precisas.

>>Confira a galeria do Seat Ibiza Cupra Concept

REVISÃO PROGRAMADA

Revisão programada

Hoje, boa parte das montadoras já trabalha com custos fechados de revisão, geralmente uma tabela pública de preços publicada no site da marca ou no balcão da concessionária. Mas o que muita gente não sabe é que esses valores não incluem algumas despesas inesperadas, que podem até dobrar o custo total do serviço. E não estamos falando da célebre empurroterapia, quando a autorizada oferece serviços desnecessários. O fato é que as fábricas não têm como calcular com precisão o prazo ou a quilometragem para a troca de peças cujo desgaste depende da forma como o motorista dirige ou das condições em que o veículo roda. Entre os principais itens dessa lista de imprevistos, estão discos, pastilhas, sapatas e tambores de freio, components da suspensão e palhetas do limpador.

Para saber o que está de fora da revisão, é só checar o livreto de manutenção do carro, que indica quilometragens e prazos para os serviços programados pela fábrica, valendo sempre o que vier primeiro. Nessa hora, você vai descobrir que há variações de marca para marca - a Ford, por exemplo, pede revisões a cada seis meses, contra um ano da maioria.

Portanto, se você recebeu um orçamento maior que o previsto, necessariamente não é má-fé da concessionária. É só checar a tabela ao lado para ver exemplos de como o serviço programado pode ficar bem mais caro ao se incluir a troca de peças de desgaste natural. Veja um caso simples: a revisão de 60 000 km do Agile custa, segundo o site da GM, 524 reais. Mas se a embreagem estiver desgastada, o que não é raro nessa quilometragem, o dono vai tomar um susto: terá de desembolsar mais 771 reais pelo kit de rolamento, disco e platô. Conta final da revisão: 1295 reais, sem a mão de obra dessa troca.

Foi o mesmo susto que tomamos este mês na revisão dos 40 000 km do nosso Peugeot 3008 de Longa Duração. A tabela indicava 655 reais, mas pagamos 1 589 reais por causa de outros reparos necessários, como pastilhas de freio, alinhamentos e limpeza de bico injetor (leia a matéria completa na pág. 91).

No entanto, deve-se tomar cuidado também com a empurroterapia, assunto para o qual as fábricas insistem em dizer que "estão atentas", mas que ainda é bem comum. "Nossa margem de lucro caiu nos últimos anos. Os prazos maiores de garantia nos ajudam, mas ainda precisamos complementar com mais alguns serviços", diz o consultor de uma concessionária que não quer se identificar, ao justificar o hábito de tentar vender serviços desnecessários.

Por isso, há técnicos que fazem um verdadeiro terror com os clientes. "Quando fui fazer a revisão do meu Citroën C3, a tabela era de 420 reais. Mas disseram que eu tinha de fazer descarbonização do motor, limpeza dos bicos, alinhamento da suspensão, trocar o óleo do câmbio e limpar o radiador. O valor final da conta passou dos 1 000 reais", diz a advogada Maria Batista Martins. "E ainda falaram que, se eu não fizesse, o carro poderia quebrar no meio da rua."

Nesses casos, é preciso ter muita calma e conhecer bem o automóvel. Verifique com cuidado o livreto de manutenção e, na dúvida, peça a opinião de um mecânico de confiança antes de aprovar o orçamento da autorizada. E muita atenção com a polêmica limpeza de bicos, para descobrir quando ela deve ser realizada. Para boa parte dos mecânicos, ela só é necessária se o motor estiver falhando e apresentando consumo elevado. "Para comprovar que a culpa está na peça, basta retirar os injetores e fazer o teste numa bureta, que vai aferir a quantidade de combustível que passa por cada bico", diz Antonio Gaspa de Oliveira, diretor técnico do Sindirepa-SP (sindicato das oficinas de São Paulo).

No outro extremo, há os serviços que são ignorados por muitos motoristas, principalmente quando o carro sai da garantia. Os mais importantes são o alinhamento de direção e o balanceamento das rodas. "Recomendamos fazer os dois a cada 10000 km, para garantir a durabilidade dos pneus", afirma Ricardo Lima, gerente de engenharia da DPaschoal.

Há ainda outro tipo imprevisto, como o que aconteceu com o professor Arthur Ferreira. Ele comprou um Ford Focus no início de 2010 e viu um cartaz com os preços fixos de revisão. Quando foi fazer a Terceira revisão, tomou dois sustos. O primeiro: os valores "fixos" haviam sido reajustados. "De vez em quando, passo em frente à concessionária e vejo que os preços mudam", ironiza. É a inflação chegando também ao setor de serviços e autopeças. O segundo foi pior. "A recepcionista não sabia os preços e precisou consultar o site da Ford", disse. Assustado com os valores, ele desistiu de fazer a revisão naquela concessionária e foi consultar o site da Ford. "Lá, descobri um asterisco dizendo que os preços têm validade e que podem ser alterados sem aviso prévio", disse. "Ou seja, não há preço fixo de verdade. Isso induz o consumidor ao erro", afirma Arthur, que agora pretende procurar o Procon para reclamar.

Essa experiência mostra que se deve tomar cuidados extras. Um deles: verificar se o preço praticado é o mesmo indicado pela fábrica no site ou se é apenas um valor sugerido. Nesse caso, vale a pena pesquisar mais. Das marcas consultadas, só Renault e Citroën afirmaram que os preços de revisão são tabelados. Fiat e Peugeot informaram que os valores são sugeridos. As demais marcas não se manifestaram até o fechamento desta edição.

O segundo cuidado é verificar se a mão de obra está incluída ou não. A Volkswagen dá a primeira revisão com mão de obra grátis. As demais estão "inclusas no serviço". A Hyundai só cobra as peças e não o serviço nas duas primeiras revisões. Da terceira em diante, a mão de obra é cobrada, mas a marca coreana não informa valores.


VIDA ÚTIL

Mecânicos estimam que, no uso normal e em cidades sem muitas ladeiras ou ruas esburacadas, as seguintes peças devem durar, nas mãos de um bom motorista:

Embreagem:

de 60 000 a 80 000 km

Amortecedores:

de 80 000 a 100 000 km (embora seus fabricantes recomendem a troca aos 40 000)

Pastilhas de freio: 
de 20 000 a 30 000 km

Palhetas do limpador: 
um ano


GASTO COM DESGASTE

Valores em real para revisões programadas e peças de troca prevista*

Fiat Uno 1.0

15000 km - 164
30000 km - 464
45000 km - 396
60000 km - 924
Embreagem: 297
Pastilhas de freio: 104
Palhetas: 48
Lâmpada do farol: 40
Amortecedores: 522

Ford Focus Hatch 1.6

10000 km - 232
20000 km - 304
30000 km - 388
40000 km - 876
50000 km - 364
60000 km - 764
Embreagem: 654**
Pastilhas de freio: 268
Palhetas: 73
Lâmpada do farol: 29
Amortecedores: 1241

Chevrolet Agile 1.4
10000 km - 152
20000 km - 388
30000 km - 460
40000 km - 348
50000 km - 804
60000 km - 524
Embreagem: 771
Pastilhas de freio: 82
Palhetas: 53
Lâmpada do farol: 50
Amortecedores: 505

Valores para kit completo de embreagem, par de pastilhas dianteiras, par de palhetas, lâmpada do farol esquerdo e o jogo de amortecedores
** Preço inclui o sistema de acionamento hidráulico


>>O PREÇO FICOU MAIS CARO QUE O DA TABELA? ENTÃO, CONHEÇA OS CUSTOS OCULTOS DO PÓS-VENDA

Suposto teaser da nova geração do Clio vaza na internet




Um novo teaser da nova geração do Renault Clio, que fará sua estreia em Paris, vazou na internet. A suposta foto mostra uma parte da traseira do modelo e foi tirada durante uma reunião dos acionistas da marca na capital francesa.

De acordo com informações do site Planete Renault, os formatos da janela do passageiro traseiro e das lanternas correspondem com os já vistos nos protótipos que rodam em testes na Europa.

A quarta geração do Clio terá design renovado, acabamento com materiais de melhor qualidade, além dos novos motores Energy a gasolina e diesel.



>>Modelo pode ser lançado no Salão de Paris

Mercedes irá retomar a vice-liderança de veículos premium em 2015, diz site




Em 2015, a Mercedes pode recuperar o posto de número 2 como a maior montadora de carros de luxo, depois de ter perdido a vice-liderança para a Audi no último ano. 


De acordo com previsões, a líder BMW deve emplacar cerca de 1,76 milhão de unidades daqui a três anos, seguida pela Mercedes (1,68 mi) e pela Audi (1,63 mi).


No ano passado, segundo informações do site Auto News, a Mercedes venceu 1,26 mi de carros e SUVs. Já a sua rival Audi comercializou 1,3 mi.


O objetivo da Mercedes é colocar dez carros completamente novos no mercado até 2015 – incluindo uma versão esportiva do Classe A - em uma tentativa de rejuvenescer a marca. 


“Onde quer que a gente não seja o número 1, vamos lutar para ser”, afirmou Dieter Zetsche, CEO da Mercedes-Benz. 


>>Marca irá colocar dez modelos novos no mercado em três anos